Qua, 25 de abril de 2018, 14:58

Profissão de arqueólogo é regulamentada no Brasil
Lei foi publicada no DOU em 19 de abril

A lei que regulamenta a profissão de arqueólogo no Brasil foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) na última quinta-feira, 19. De acordo com a Sociedade Brasileira de Arqueologia (SAB), a Lei nº 13.653 é vista como uma conquista, pois é resultado de esforços de pelo menos 30 anos.

Leia a nota da SAB.

A regulamentação possui um valor de relevância no âmbito da Universidade Federal de Sergipe. “Somos um centro de formação de arqueólogos. Do ponto de vista institucional, só é arqueólogo, segundo a lei, quem fez uma graduação em Arqueologia, ou mestrado e doutorado na área, então isso dá todas as credenciais possíveis para os nossos cursos, que são bem avaliados”, afirma Gilson Rambelli, professor do curso e diretor do campus de Laranjeiras.

Com a lei, fica estabelecido quem pode exercer a profissão de arqueólogo, seus critérios e suas atribuições. Dentre elas, estão: o planejamento, a direção e a supervisão da pesquisa arqueológica; a identificação dos sítios arqueológicos, escavação e a interpretação e informação científicas de interesse arqueológico.

“É uma forma de a gente se impor mais profissionalmente. A Arqueologia faz parte do mundo, sobretudo do licenciamento ambiental. O fato de a gente não ter a profissão regulamentada dá espaço para outros profissionais se auto-intitularem arqueólogos e se envolverem sem a qualificação necessária”, afirma o professor, que também foi presidente da SAB entre os anos de 2011 e 2013.

Arqueologia na UFS

O curso de Arqueologia bacharelado da UFS foi criado em 2007 no campus de Laranjeiras. Além da graduação, o curso possui mestrado (criado em 2010) e doutorado (2012). Saiba mais aqui sobre o programa de pós.

Ascom

comunica@ufs.br


Atualizado em: Qua, 25 de abril de 2018, 15:05
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