



Pelo menos 24 projetos estão em andamento com investimentos de R$ 88 milhões
O ano de 2012 começa na UFS marcado pela continuidade do grande volume de obras e projetos. Segundo a coordenação do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni) na UFS, em todo o ano de 2011 foram inauguradas 9 obras, dentre construção, ampliação e reforma; em 2012 pelo menos 24 obras encontram-se em andamento (algumas iniciaram no ano anterior). A previsão é de que sejam concluídas até meados de 2013. Veja abaixo o balanço.
Investimentos em 2011
No ano anterior, foi inaugurada a quarta etapa do Centro de Vivência do campus de São Cristóvão; o pavimento superior do Departamento de Física Médica; três espaços para comércio (lanchonete e fotocopiadora); e o Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA). As obras contemplaram ainda a reforma do campus de Laranjeiras e dos prédios do Departamento de Educação Física (DEF), em São Cristóvão.
#IMG#Ainda em 2011 foram ampliados o Almoxarifado Central e o prédio de apoio dos departamentos de Engenharia Mecânica e Medicina Veterinária. Também passou por ampliação o sistema de canalização usado pela rede de telecomunicações do campus de São Cristóvão. Nesse campus, a guarita de entrada, o Núcleo Regional de Competência em Petróleo, Gás e Biocombustíveis (Nupeg) e o Centro Multiusuário de Nanotecnologia (CMNANO) receberam um reforço estrutural. Essas nove obras representam uma área de mais de 13.200 m2, num investimento de quase R$ 8 milhões. Porém, entre licitações finalizadas e ordens de serviços assinadas, foram investidos cerca de R$ 93 milhões em 2011.
Investimentos em 2012
As 24 obras que se encontram em andamento em 2012 – todas com ordens de serviços assinadas - alcançam um investimento de mais de R$ 88 milhões – algumas obras foram iniciadas ainda em 2011.
#IMG#Entre as obras que estão em execução (cujas ordens de serviços foram assinadas em janeiro deste ano), está a reforma e ampliação da Biblioteca Central (Bicen), que corresponde a uma área de mais de 8 mil m² e um investimento superior a R$ 3,5 milhões; a ampliação do Restaurante Universitário (Resun) e conclusão das obras do Centro de Ensino Superior a Distância (Cesad), ambos empregam um investimento de mais de R$ 2,5 milhões; e a construção do prédio da Didática VII (com seis andares) no campus de São Cristóvão. Apenas esse prédio corresponde a uma área de quase 12 mil m² e custará cerca de R$ 20 milhões.
Outras construções também serão contempladas, como a 5ª etapa do Centro de Vivência, os departamentos de Medicina Veterinária, Matemática, Engenharia Elétrica e de Zootecnia, e ainda a biblioteca de Lagarto. Ainda está em projeto a Didática III do campus de Itabaiana.
#IMG#Já dentre as obras em andamento que começaram em 2011, estão: a conclusão do Nupeg, reforma e ampliação do CECH, construção do Departamento de Nutrição e ampliação e reforma do Laboratório Flavor.
Veja a lista completa (licitações realizadas em 2011 e ordens de serviços de 2012; ordens de serviços realizadas em 2011; e obras inauguradas em 2011).
Acessibilidade
Visando atender determinações da lei, os prédios que ainda não possuem adaptações visando à acessibilidade de portadores de deficiência física sofrerão alterações. Serão 70 prédios a sofrer adaptações. Eles ganharão bebedouros adaptados, elevadores, pisos táteis, placas de sinalização, mapas para identificação visual e em Braile. O investimento ultrapassa os R$ 4,5 milhões.
#IMG#Segundo Cristiane Menezes, coordenadora do Reuni na UFS, a execução dessas obras, além de cumprir as exigências legais, é pensada para o bem comum da universidade.
Em relação às obras que são solicitadas pelos departamentos, Cristiane conta que “não existe priorização de um departamento em detrimento de outro. Não basta pedir, é preciso fazer um programa de necessidade daquele departamento”. Quanto ao processo burocrático e alguns atrasos, ela diz que “imprevistos acontecem. E os projetos precisam ser pensados para que as empresas saibam o que vão fazer. No campus de São Cristóvão estamos verticalizando as obras, pois não temos mais pra onde crescer”.
Ascom
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