Seg, 24 de fevereiro de 2020

Joãozinho da Patu
Dilton C S Maynard
Os anos 1940 foram férteis para a música sergipana. A Rádio Difusora Aperipê de Sergipe (prefixo PRJ-6), até então a única emissora local,  recebia cartas escritas por admiradores de várias partes do Brasil com manifestações que empolgavam os seus cantores e músicos.Dirigindo o Conjunto Regional da PRJ-6, o violonista Ursino Gois, o “Carnera”, era convidado a realizar espetáculos nos grandes clubes da cidade – Sergipe, Cotinguiba. Não faltavam apresentações também no Recreio Club e no Cine Teatro Rio Branco, nem garotos interessados em aprender a tocar violão, mesmo “fugindo” das famílias... +Informações
Sobre a independência de Sergipe
Confira o artigo do reitor Angelo Antoniolli
Em 08 de julho de 1820, o rei D. João VI assinou um decreto que emancipou Sergipe da Bahia, nomeando Carlos César Burlamárqui como o primeiro governador do Estado.Esse momento de independência, ocorrido 2 anos à frente da própria independência do Brasil, encaminhou a recuperação da autonomia de Sergipe que, por dois séculos, havia sido contribuinte importante da economia da província daquele estado.No entanto, a nomeação de Burlamárqui e a chamada  Carta Régia foram contestadas por setores das elites locais da Bahia e mesmo de Sergipe. O resultado: Burlamarqui foi deposto, pois não teve... +Informações
“Nossa linda juventude": Aspectos da Trajetória do Colégio de Aplicação da UFS
Ao longo dos seus 59 anos de atuação, o CODAP abrigou em suas dependências os sonhos, os projetos e as adversidades de alunos e docentes
Thumb dsc01128aO Colégio de Aplicação da UFS, fundado pelo então Pe. Luciano Cabral Duarte em 30 de junho de 1959 como Ginásio de Aplicação (G.A. como ficou conhecido), ligado à Faculdade Católica de Filosofia e Educação, autorizado a funcionar pela Diretoria do Ensino Secundário de Sergipe, em agosto do mesmo ano, iniciando as suas atividades educacionais na prática, em 03 de março de 1960. Em 1965, ampliou as suas atividades para o Colegial (hoje ensino médio) transformando-se em Colégio de... +Informações
As humanidades na contemporaneidade
Antônio Fernando de Araújo Sá
No tempo presente, as “narrativas da utilidade e da rentabilidade econômicas” (UMBELINO, 2018: p. 194) têm afetado, diretamente, a autonomia universitária, principalmente por conta de medidas de “racionalização” da gestão financeira ou mesmo de algum “austericídio”. O pano de fundo desse discurso está na suposta “incapacidade de a Universidade gerir a si mesma” para, “em seguida, propor o fim da Universidade pública gratuita” (PÉCORA, 2015: p. 43 e 51).Em um contexto regressivo no campo dos direitos humanos e das condições sociais no Brasil, intervir, nesse debate, significa definir o... +Informações
Sobre os impactos dos bloqueios na UFS
Rosalvo Ferreira
Thumb 43691900255 f24a80f581 oA UFS não recebeu nenhum comunicado oficial sobre cortes ou bloqueios dos recursos. A decisão do MEC na noite do dia 30 de abril pegou a todas as IFES de surpresa. A UFS tomou conhecimento após o fato ter sido consumado quando fez o acesso ao sistema das contas orçamentárias no dia 02 de maio, primeiro dia útil de maio, uma vez que o dia 01 foi feriado do dia do trabalho.Os bloqueios de recursos do orçamento da UFS referente a despesas de custeio e... +Informações
Sergipe estabelece os VRQs de seus solos para cumprimento à legislação ambiental
Alceu Pedrotti
A distribuição de elementos químicos (metais pesados, elementos comuns, tóxicos, etc) nos solos sob condições naturais, ocorre de forma aleatória, mas generalizada, em toda área. Entretanto, as atividades antrópicas podem adicionar materiais que contêm esses elementos aos solos, os quais podem atingir concentrações muito altas, que comprometem a qualidade dos ecossistemas. Para atender aos requisitos impostos pela legislação vigente, os organismos de monitoramento ambiental necessitam de indicadores capazes de servir como referência para a avaliação continuada dos impactos ambientais... +Informações
O lugar da escola entre a ciência, a moral e o trabalho
Saulo H. S. Silva
Desde os antigos, a ciência foi compreendida como um conjunto de procedimentos que conduz a um saber diferenciado daquele comumente assumido pela tradição, secular ou religiosa. Além de professar a busca por um conhecimento inédito, por outras explicações, essa procura, para ser científica e se diferenciar dos outros saberes, necessita permanecer de forma ininterrupta. Em outras palavras, o proceder científico exige uma constância sobre o risco de que a sua paralisação equivaleria ao fim das descobertas ou ao estabelecimento daquilo que deveria ser prévio como algo permanente, abraçando o... +Informações
A inclusão também depende de você!
Rita de Cácia Santos Souza
Querid@s alun@s,a atenção à pessoa com deficiência no Brasil não se deu na história de forma proporcional nas várias áreas. As pessoas com deficiência intelectual e motora, estavam em desvantagem em relação aos visuais e auditivos, provavelmente pelas dificuldades de atuação com estes, o que, apesar dos avanços científicos, ainda estamos aprendendo, assim como vocês.Nesse sentido, é importante que se identifiquem na matrícula ou na Divisão de Ações Inclusivas-DAIN. Ao se identificarem, a UFS irá se organizar informando as suas necessidades nas cadernetas dos/as professores/as para que... +Informações
Violência doméstica perpetrada por parceiros íntimos? Vamos mudar este curso....
Claudiene Santos
Calourxs,A violência contra as mulheres, perpetrada por parceiros íntimos, em especial no âmbito doméstico, é uma triste realidade em nosso país. A naturalização e o não reconhecimento de práticas de violência, vinculados à cultura machista, (ainda!)  faz valer a ideia de que “em briga de marido e mulher não se mete a colher”. Esta situação leva muitas mulheres ao silenciamento sobre esta questão, por inúmeras razões: medo, vergonha, desconhecimento de onde buscar auxílio, rede social precária, falta de apoio, dentre outras.Tentativa de separação e inconformidade, ciúme e controle, uso... +Informações
Alunxs transgenerxs e a plenitude
Alice Alexandre Pagan
Embora existam expectativas sociais de um padrão de masculinidade ou de feminilidade a serem seguidos pela população, é fato que há um enorme gradiente de possibilidades de vivências sobre ser homem e ser mulher. Muitxs de nós, que nos afastamos significativamente desses padrões, por vezes, sofremos preconceito e até mesmo rechaços. Nosso país, infelizmente, é um dos que mais mata pessoas transgêneras no mundo, contudo continuamos esperançosos de que essa realidade será transmutada.A Universidade Federal de Sergipe, orgulhosa por ser uma das pioneiras no acolhimento LGBT, respeita e... +Informações