Sex, 13 de março de 2026, 10:05

Pesquisadores da UFS apresentam 15 trabalhos no maior congresso de tecnologia em diabetes do mundo
Equipe da UFS debate novas terapias no ATTD, reforçando a excelência da pesquisa sergipana no combate ao diabetes
Foto: (Arquivo Pessoal)
Foto: (Arquivo Pessoal)

Os pesquisadores do Laboratório de Pesquisa em Bioquímica e Imunologia Clínica da Universidade Federal de Sergipe (LaBiC/UFS) participam da 19ª edição do Advanced Technologies & Treatments for Diabetes 2026, o maior congresso do mundo voltado para tecnologias e terapias inovadoras no cuidado ao diabetes. O evento acontece entre os dias 11 e 14 de março, em Barcelona, na Espanha.

Durante o congresso, pesquisadores vinculados ao laboratório apresentam 15 trabalhos científicos, resultado de estudos desenvolvidos na Universidade Federal de Sergipe. A participação destaca a inserção internacional da produção científica da instituição e o avanço das pesquisas realizadas na área de bioquímica clínica.

O ATTD reúne pesquisadores, profissionais de saúde e especialistas de diferentes países para discutir avanços no tratamento e no monitoramento do diabetes. Entre os temas abordados estão monitorização glicêmica, inteligência artificial aplicada à saúde, terapias inovadoras e novas estratégias para o manejo da doença.

Segundo o professor do Departamento de Farmácia e coordenador do Laboratório de Bioquímica Clínica (Labic) da UFS, Lysandro Borges, a presença no evento reforça o compromisso da universidade com a produção de pesquisa científica de alto impacto, a inovação na área de diabetes e a formação de novos pesquisadores.

Cada um dos trabalhos apresentados representa etapas de investigação científica desenvolvidas pelo grupo de pesquisa, envolvendo análise de dados, revisão crítica e produção acadêmica voltada para ampliar o conhecimento sobre a doença e melhorar estratégias de cuidado às pessoas com diabetes.

Considerado o maior evento global focado em tecnologia na área, o ATTD discute ferramentas e tratamentos emergentes, como sensores contínuos de glicose, pâncreas artificial, bombas de insulina, inteligência artificial aplicada à saúde e novas medicações, apontando tendências para o futuro do tratamento do diabetes.

Ascom UFS


Atualizado em: Sex, 13 de março de 2026, 10:59
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