
![Evento ocorreu no auditório da reitoria esta quinta, 4/4 [Fotos: Schirlene Reis]](/uploads/body_image/gist/59846/22.jpg)
04/04/2013
O convênio pretende oferecer estágio aos alunos a partir do quinto período do curso de Direito da UFS, matriculados na disciplina Teoria Geral Processo. O estágio não é obrigatório nem remunerado, mas nele os alunos irão desenvolver a prática forense como atividade complementar, através da orientação jurídica de defensores públicos, designados pela Corregedoria, para atendimento da população de São Cristóvão.
Além do reitor da UFS, Angelo Antoniolli, compuseram a mesa da reunião Isabelle Silva Peixoto Barbosa, corregedora pública geral, Raimundo José Oliveira Veiga, defensor público geral, Osório de Araújo Ramos Filho, desembargador e professor aposentado, e Hercília Maria Fonseca Lima, juíza e diretora do Fórum Professor Gonçalo Rollemberg Leite, representando a Defensoria do Estado de Sergipe.
Também estiveram presentes na cerimônia pró-reitores, professores e alunos. Chefe do departamento de Direito da UFS, o professor José Anderson Nascimento ressalta o objetivo desse convênio. “O projeto foi criado com o intuito de ampliar o espaço físico da Universidade dentro do Fórum Professor Gonçalo Rollemberg Leite. Essa ação se reverte em benefício do aluno e também da sociedade”, explica o professor.
O defensor público Raimundo José declarou que o convênio irá colaborar com o desenvolvimento dos estudantes que "futuramente serão nossos juízes, promotores, defensores e advogados". Esclareceu também o modo como o elo entre a UFS e a Defensoria Pública irá funcionar. “Temos a missão de unir a UFS, enquanto escola, à Defensoria no Fórum, lugar para os alunos desenvolverem suas atividades. O que os alunos aprendem em teoria, a partir desse convênio, levarão à prática”.
O reitor Angelo Antoniolli agradeceu a participação da Defensoria Pública do Estado no convênio e afirmou que “é com essas ações que se fortalecem os laços e com as quais se constrói a UFS”. Para o reitor, esse ato ajuda a compor o diálogo com a sociedade. “É colocando o aluno além dos limites da formação na sala de aula que faremos uma universidade para o povo”, afirmou.
Ascom
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