A UFS poderá coletar informações básicas sobre a(s) visita(s) realizada(s) para aprimorar a experiência de navegação dos visitantes deste site,
segundo o que estabelece a Política de Privacidade de Dados Pessoais.
Ao utilizar este site, você concorda com a coleta e tratamento de seus dados pessoais
por meio de formulários e cookies.
Ações envolvem professores e alunos da rede municipal de São Cristóvão
Ter, 22 de março de 2016, 09:59
Ações envolvem professores e alunos da rede municipal de São Cristóvão
Ações envolvem professores e alunos da rede municipal de São Cristóvão
Aedes: Ação envolve professores e alunos
Município de São Cristóvão ntegra cooperação no combate ao mosquito da dengue
O Comitê Central de Combate ao Aedes aegypti da Universidade Federal de Sergipe e a Secretaria de Educação de São Cristóvão realizaram, na última semana, duas ações integradas que inauguram uma sequência de atos de mobilização e educação permanente, educação e saúde, voltados para os estudantes da rede municipal de ensino de São Cristóvão.
14 de março
O primeiro momento aconteceu no dia 14 de março, segunda-feira, na Escola Municipal de Ensino Fundamental Gina Franco, em São Cristóvão, com a participação de 35 professores dessa instituição, da Escola Municipal Dr. Lourival Batista e da Escola Municipal Aracelis Rodrigues Correa.
“Em comum acordo, resolvemos fazer primeiro uma capacitação dos professores porque eles serão os elementos replicadores no dia-a-dia junto aos alunos”, explicou o coordenador do comitê, professor Wellington Barros da Silva.
Coordenador do Comitê de Combate na UFS, o professor Wellington Barros, proferiu palestra sobre o Aedes aegypti, focalizando seu surgimento, ciclo de vida e os perigos das doenças causadas pelo mosquito – dengue, chikungunya e zika.
Ele chamou a atenção para as formas de prevenção e os cuidados que a comunidade deve adotar, no caso de contaminação pelo mosquito – em especial, as grávidas.E ressaltou que o trabalho dos educadores é fundamental para toda a comunidade no combate ao mosquito, transmissor de diversas doenças.
Entre os presentes, estiveram representando o município a professora Jaílda Salvador, da Secretaria de Educação de São Cristóvão, e Izabel Leite, coordenadora de Saúde na Escola/PSE/SC.
18 de março
O segundo momento aconteceu na manhã do dia 18 de março, sexta-feira, no Auditório da Biblioteca Central (Bicen/UFS). A atividade começou com um bate-papo onde o professor Wellington deu orientações sobre o uso de repelentes sintéticos e naturais, fazendo um quadro das principais plantas utilizadas na produção dos repelentes naturais.
Após o bate-papo, o grupo foi ao laboratório Farmácia Viva, no Departamento de Farmácia, onde a professora Francilene Amaral da Silva fez preleção e demonstração de como produzir repelente caseiro à base de citronela. Completando as atividades, o grupo visitou o canteiro de cultivo de plantas medicinais.
A cooperação firmada estabelece uma ponte mais estreita entre a UFS e o município de São Cristóvão, pois, como explica a pedagoga Geovânia Carvalho, também membro do Comitê e coordenadora do projeto “Por dentro da UFS” (Prograd), ambos precisam desse sentimento de pertencimento.
“Em situação de epidemia, precisa-se da união e mobilização de todos, Estado e sociedade, e a universidade como sendo um órgão público que está inserido no município de São Cristóvão, não poderia deixar de interagir e dar uma resposta ao município que acolhe a sede da universidade”, justifica Wellington.
Outras ações
A Universidade Federal de Sergipe iniciou o debate público sobre as questões envolvendo o Aedes aegypti ainda em dezembro do ano passado, com um painel de especialistas. Desde então, as ações se tornaram permanentes e incluíram a criação de um comitê central de mobilização que coordena e articula as ações através de grupos de trabalho.